{"id":731,"date":"2024-04-18T20:15:36","date_gmt":"2024-04-18T20:15:36","guid":{"rendered":"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/?p=731"},"modified":"2025-07-31T02:05:23","modified_gmt":"2025-07-31T02:05:23","slug":"ponte-rio-niteroi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/press-releases\/ponte-rio-niteroi\/","title":{"rendered":"<strong>Solu\u00e7\u00f5es pioneiras no projeto e execu\u00e7\u00e3o da Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p>A Ponte Rio-Niter\u00f3i completou 50 anos no \u00faltimo 04 de mar\u00e7o. Ap\u00f3s meio s\u00e9culo de servi\u00e7os prestados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e aos setores econ\u00f4micos, integrando o pa\u00eds de norte a sul, como parte da rodovia BR-101, ela guarda ainda alguns <a href=\"https:\/\/concretoeconstrucoes.org.br\/index.php\/revista\/edicao-113-artigo-002\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">feitos not\u00e1veis da engenharia nacional<\/a>: maior obra rodovi\u00e1ria do Brasil, maior ponte do Hemisf\u00e9rio Sul (13,2 km de extens\u00e3o), maior ponte em concreto protendido usando aduelas pr\u00e9-moldadas de concreto coladas com resina ep\u00f3xi (7.184 km) e maior v\u00e3o do mundo em viga reta cont\u00ednua (300 m), 72 m acima do n\u00edvel do mar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"681\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-681x1024.jpg\" alt=\"Vista da Ponte Rio-Niter\u00f3i\" class=\"wp-image-735\" srcset=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-681x1024.jpg 681w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-200x300.jpg 200w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-768x1154.jpg 768w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-1022x1536.jpg 1022w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-1363x2048.jpg 1363w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/DSC3145-scaled.jpg 1703w\" sizes=\"(max-width: 681px) 100vw, 681px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Localizada na ba\u00eda de Guanabara, a Ponte Rio-Niter\u00f3i apresenta tr\u00eas trechos principais:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>V\u00e3os centrais<\/strong> em vigas cont\u00ednuas met\u00e1licas de alma cheia, formada por uma viga cont\u00ednua central de 300 m e v\u00e3os laterais de 200 m, com se\u00e7\u00e3o transversal formada por duas vigas-caix\u00e3o, cada uma com largura de 6,86 m e dist\u00e2ncia livre entre as almas internas de 6,34 m;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>V\u00e3os de acesso sobre o mar<\/strong> de concreto protendido, com cerca de 8000 m, sem gabarito de navega\u00e7\u00e3o, constru\u00eddo com aduelas pr\u00e9-fabricadas coladas, cuja fabrica\u00e7\u00e3o ficava no canteiro na Ilha do Fund\u00e3o, com v\u00e3os uniformes de 80 m, e dois v\u00e3os adjacentes aos centrais de 92 e 114 metros;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>V\u00e3os de acesso em terra<\/strong>, formados sobretudo por longarinas pr\u00e9-moldadas em forma de barriga de peixe.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Os <strong>pilares sobre o mar<\/strong> constituem-se de pares de colunas retangulares celulares com dimens\u00f5es externas iguais \u00e0 largura da viga-caix\u00e3o (6,86 m) e dimens\u00e3o vari\u00e1vel longitudinalmente, dando ao pilar a forma de tronco de pir\u00e2mide.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2-683x1024.jpeg\" alt=\"Pilares sobre o mar da Ponte Rio-Niter\u00f3i\" class=\"wp-image-736\" srcset=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2-683x1024.jpeg 683w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2-200x300.jpeg 200w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2-768x1151.jpeg 768w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2-1025x1536.jpeg 1025w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2-1367x2048.jpeg 1367w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_58-Microsoft-Lens-2.jpeg 1654w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pilares sobre o mar da Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No topo do pilar h\u00e1 uma parte maci\u00e7a (cabe\u00e7a), que recebe as cargas concentradas nos aparelhos de apoio. J\u00e1, a base do pilar engasta-se em elementos maci\u00e7os (blocos), que transferem as cargas para as funda\u00e7\u00f5es, com at\u00e9 5 m de altura.<\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>funda\u00e7\u00f5es<\/strong> no mar foram tubul\u00f5es constru\u00eddos de tr\u00eas modos diferentes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Tubul\u00f5es a ar comprimido, com base alargada, para funda\u00e7\u00f5es de at\u00e9 30 m, assentadas em solos sedimentares resistentes (462 tubul\u00f5es);<\/li>\n\n\n\n<li>Tubul\u00f5es mistos, com estacas de a\u00e7o cravadas no interior de camisas de a\u00e7o pr\u00e9-escavadas, enchidas com concreto submerso (199 tubul\u00f5es);<\/li>\n\n\n\n<li>Tubul\u00f5es do tipo Bade-Wirth, formado por camisas met\u00e1lica colocada no interior de uma escava\u00e7\u00e3o e engastadas em rocha, preenchidas com concreto armado submerso (477 tubul\u00f5es).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A seguir, discorre-se sobre as novidades tecnol\u00f3gicas na engenharia brasileira, impulsionadas pela constru\u00e7\u00e3o da Ponte Rio-Niter\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Equipamentos Bade-Wirth<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>entubadora Bade<\/strong> permite cravar no terreno um tubo de 25 mm de espessura e 2,2 m de di\u00e2metro, com movimento horizontal rotativo alternado e esfor\u00e7o vertical aplicado no tubo com macacos hidr\u00e1ulicos. A extremidade inferior do tubo possui uma coroa dentada que corta o terreno, sendo ele emendado com parafusos.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>perfuratriz Wirth<\/strong> trabalha dentro do tubo, em geral atrasada cerca de um a dois metros em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 coroa dentada, para evitar desmoronamentos. Ela \u00e9 acionada por motor hidr\u00e1ulico apoiado na parte superior do tubo Bade. A ferramenta de corte, formada por roletes dentados de a\u00e7o, desagrega o terreno ou rocha por movimento rotativo cont\u00ednuo, sendo o material desagregado removido pelo sistema de eleva\u00e7\u00e3o reversa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"670\" src=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Em-primeiro-plano-um-tubo-tremie-em-segundo-a-perfuratriz-Wirth-e-em-terceiro-segmento-do-tubo-Bade-1024x670.jpeg\" alt=\"Tubo tremie em primeiro plano; perfuratriz Wirth em segundo plano; e segmento do tubo Bade em terceiro plano\" class=\"wp-image-732\" srcset=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Em-primeiro-plano-um-tubo-tremie-em-segundo-a-perfuratriz-Wirth-e-em-terceiro-segmento-do-tubo-Bade-1024x670.jpeg 1024w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Em-primeiro-plano-um-tubo-tremie-em-segundo-a-perfuratriz-Wirth-e-em-terceiro-segmento-do-tubo-Bade-300x196.jpeg 300w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Em-primeiro-plano-um-tubo-tremie-em-segundo-a-perfuratriz-Wirth-e-em-terceiro-segmento-do-tubo-Bade-768x502.jpeg 768w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Em-primeiro-plano-um-tubo-tremie-em-segundo-a-perfuratriz-Wirth-e-em-terceiro-segmento-do-tubo-Bade-1536x1005.jpeg 1536w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Em-primeiro-plano-um-tubo-tremie-em-segundo-a-perfuratriz-Wirth-e-em-terceiro-segmento-do-tubo-Bade-2048x1340.jpeg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em primeiro plano, um tubo tremie, em segundo, a perfuratriz Wirth e em terceiro, o segmento do tubo Bade<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A sequ\u00eancia de escava\u00e7\u00e3o com o equipamento Bade-Wirth pode ser descrita pelas etapas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O equipamento Bade-Wirth \u00e9 montado em plataforma flutuante de a\u00e7o soldado, com pernas extens\u00edveis de at\u00e9 50 m, que permitem que se levantem acima do n\u00edvel do mar, ficando estacion\u00e1rias nos locais de trabalho \u2013 essas ilhas flutuantes ilhas elevat\u00f3rias foram fabricadas no estaleiro Ishikawagima, na localidade Ponta do Caju, no Rio de Janeiro, pertencente \u00e0 multinacional japonesa Ishikawagima-Harima (IHC);<\/li>\n\n\n\n<li>O tubo Bade \u00e9 cravado at\u00e9 terreno firme, come\u00e7ando com um tubo de 9 m de comprimento, no qual se emendam peda\u00e7os de tubos de 6 m;<\/li>\n\n\n\n<li>Introduz-se a perfuratriz Wirth, mantendo-se a crava\u00e7\u00e3o do tubo Bade e a perfura\u00e7\u00e3o com a ferramenta Wirth, sendo que esta avan\u00e7a meio metro adiante da faca do tubo, quando o terreno se mostra de dif\u00edcil penetra\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>A ferramenta Wirth prossegue a escava\u00e7\u00e3o, penetrando na rocha sem revestimento, at\u00e9 que o rendimento se reduza a um metro por hora, com carga de 30 toneladas, sendo acompanhada pelo tubo Bade;<\/li>\n\n\n\n<li>A cota final de escava\u00e7\u00e3o fica no m\u00ednimo tr\u00eas metros abaixo da cota da faca do tubo Bade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, inseria-se uma camisa met\u00e1lica com espessura de 9,5 mm e di\u00e2metro de 1,8 m, com guindaste, ficando sua extremidade inferior cerca de dois metros abaixo da faca do tubo Bade. A arma\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m montada com guindaste, \u00e9 instalada dentro da camisa met\u00e1lica, podendo atingir a cota de at\u00e9 50 m. Em seguida, coloca-se um tubo \u201ctremie\u201d no interior da camisa met\u00e1lica para executar a concretagem submersa, quando \u00e9 removido o tubo \u201ctremie\u201d e o tubo Bade. A camisa met\u00e1lica serviu como forma permanente das funda\u00e7\u00f5es submersas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Concretagem submersa das funda\u00e7\u00f5es da Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/h2>\n\n\n\n<p>Dos 560 mil metros c\u00fabicos de concreto usados na Rio-Niter\u00f3i, 77 mil metros c\u00fabicos foram aplicados nas funda\u00e7\u00f5es submersas, tanto nos tubul\u00f5es com estacas met\u00e1licas quanto nos tubul\u00f5es Bade-Wirth.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas partes enterradas, a camisa met\u00e1lica foi considerada como permanente e o concreto submerso foi dosado para atender \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es de flexo-compress\u00e3o, com especifica\u00e7\u00f5es de resist\u00eancia mec\u00e2nica, homogeneidade, baixa segrega\u00e7\u00e3o e capacidade de envolver totalmente a armadura, num volume confinado.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1, o concreto das funda\u00e7\u00f5es acima dessa cota deve, al\u00e9m de resistir \u00e0 flexo-compress\u00e3o, proteger a armadura em seu interior contra a corros\u00e3o eletrol\u00edtica provocada pelo ingresso de cloretos da \u00e1gua do mar, uma vez que a camisa sofre corros\u00e3o e desaparece estruturalmente ap\u00f3s d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, o concreto para os tubul\u00f5es foi dosado com cimento resistente a sulfato, sendo tamb\u00e9m experimentado o cimento de alto-forno, que apresentou grandes varia\u00e7\u00f5es de trabalhabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O concreto usou um cimento especialmente desenvolvido na \u00e9poca pela cimenteira \u201cPara\u00edso\u201d com alto teor de aluminato tric\u00e1lcico (5%) \u2013 cimento Portland resistente a sulfatos &#8211;\u00a0 e apresentou uma rela\u00e7\u00e3o \u00e1gua\/cimento em torno de 0,45. A quantidade de cimento no tra\u00e7o do concreto girou em torno de 470 kg\/m<sup>3<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>A espessura de cobrimento de armadura adotada foi de 10 cm, conforme recomenda\u00e7\u00e3o da norma rodovi\u00e1ria norte-americana AASHO e do consultor Richard Stratful, engenheiro da <em>California Department of Highways<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>No canteiro de obras da Ilha do Fund\u00e3o foram executados 12 tubul\u00f5es experimentais com camisas met\u00e1licas de di\u00e2metro de 1,80 m e comprimento de 9 m. Alguns tubul\u00f5es experimentais foram tamb\u00e9m concretados no mar e sondados.<\/p>\n\n\n\n<p>Os estudos realizados levaram \u00e0 conclus\u00e3o de que o concreto submerso executado era estruturalmente equivalente ao concreto vibrado executado a c\u00e9u aberto.<\/p>\n\n\n\n<p>A qualidade do concreto foi controlada por meio de corpos de prova moldados e extra\u00eddos com sonda rotativa. As principais propriedades medidas foram: resist\u00eancia \u00e0 compress\u00e3o; peso espec\u00edfico aparente do concreto seco; absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua; e porosidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo de concretagem submersa era feito de baixo para cima, por meio de um tubo de 10 polegadas de di\u00e2metro, formado por segmentos de cinco metros de comprimento, emendados por flanges aparafusados, com veda\u00e7\u00e3o de borracha. Na sua parte superior, o tubo apresentava um funil em forma de tremonha, onde o concreto era lan\u00e7ado com ca\u00e7amba movida com guindaste. Posteriormente, foi eliminado o funil e o concreto foi bombeado diretamente dentro do tubo.<\/p>\n\n\n\n<p>Levanta-se suavemente o tubo \u00e0 medida que o concreto \u00e9 lan\u00e7ado, mas mantendo-o sempre mergulhado dois a tr\u00eas metros no concreto da camisa. A concretagem submersa \u00e9 finalizada com o extravasamento da borra pela gola, garantindo-se um concreto de boa qualidade no topo da camisa met\u00e1lica.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo o concreto usado na Rio-Niter\u00f3i foi produzido nos canteiros de obra do Cons\u00f3rcio Construtor Guanabara. Al\u00e9m do concreto submerso para as funda\u00e7\u00f5es, foram desenvolvidos concretos para outros elementos estruturais, como blocos de funda\u00e7\u00e3o, pilares e aduelas pr\u00e9-fabricadas \u2013 essas produzidas no pr\u00f3prio canteiro central.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aduelas pr\u00e9-moldadas coladas na Ponte Rio-Niter\u00f3i<\/h2>\n\n\n\n<p>A estrutura da ponte foi concebida para ser simples e robusta, dando agilidade \u00e0 execu\u00e7\u00e3o e facilitando a manuten\u00e7\u00e3o. As funda\u00e7\u00f5es foram coroadas por um bloco de concreto armado que as unia, sobre o qual erguia-se o pilar de concreto armado. O projeto especificava no m\u00ednimo 10 estacas por pilar. Por sua vez, os pilares edificados, todos com a mesma forma, apresentando no topo largura de 2,7 m e espessura m\u00ednima de 23 cm, recebiam as aduelas pr\u00e9-moldadas, composta por caix\u00f5es retangulares (4,8 m &nbsp;x 4,7 m), unidos dois a dois por uma laje superior com v\u00e3o de 80 m, protendida transversalmente com 12 cabos de 8 mm, com transversina sobre os apoios e sem transversinas no v\u00e3o. As vigas cont\u00ednuas formadas pela jun\u00e7\u00e3o das aduelas, normalmente com cinco v\u00e3os, s\u00e3o espa\u00e7adas, a cada 400 m, por aduelas de r\u00f3tula, que servia como junta de dilata\u00e7\u00e3o, para suportar as deforma\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas e mec\u00e2nicas da ponte.<\/p>\n\n\n\n<p>As resist\u00eancias previstas para as aduelas foram de 300 kg\/cm\u00b2 (aduelas correntes, com 105 t) e de 350 kg\/cm\u00b2 (aduelas de apoio e aduelas de articula\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a montagem, as aduelas s\u00e3o untadas com resina ep\u00f3xi nas faces de contato (Fig. 6), encostadas e apertadas com cabos provis\u00f3rios ancorados em sali\u00eancias no interior das aduelas at\u00e9 que a cola adquira certa resist\u00eancia. Em seguida, elas s\u00e3o protendidas longitudinalmente, com cabos longitudinais retos, com 12 cordoalhas formadas por fios de a\u00e7o de 12,7 mm de espessura, com ancoragens de a\u00e7o do tipo Freyssinet.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"698\" src=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Aplicacao-de-cola-epoxi-na-superficie-de-contato-das-aduelas-1024x698.jpeg\" alt=\"Superf\u00edcie de contato de aduelas com cola ep\u00f3x\" class=\"wp-image-734\" srcset=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Aplicacao-de-cola-epoxi-na-superficie-de-contato-das-aduelas-1024x698.jpeg 1024w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Aplicacao-de-cola-epoxi-na-superficie-de-contato-das-aduelas-300x205.jpeg 300w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Aplicacao-de-cola-epoxi-na-superficie-de-contato-das-aduelas-768x524.jpeg 768w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Aplicacao-de-cola-epoxi-na-superficie-de-contato-das-aduelas-1536x1047.jpeg 1536w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Aplicacao-de-cola-epoxi-na-superficie-de-contato-das-aduelas-2048x1397.jpeg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Aplica\u00e7\u00e3o de cola ep\u00f3xi na superf\u00edcie de contato das aduelas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com a solu\u00e7\u00e3o, as treli\u00e7as cont\u00ednuas sobre dois v\u00e3os montavam um duplo balan\u00e7o de 80 m em cinco dias, o que correspondeu a produ\u00e7\u00e3o de montagem de 13 m lineares de aduelas por dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram utilizadas quatro treli\u00e7as na montagem, que avan\u00e7aram na dire\u00e7\u00e3o do v\u00e3o central, duas saindo do Rio de Janeiro e duas, de Niter\u00f3i. As treli\u00e7as foram equipadas com guinchos el\u00e9tricos para i\u00e7ar as aduelas e para deslocar a pr\u00f3pria treli\u00e7a, a cada oito pares de aduelas coladas. Uma novidade na \u00e9poca foi a montagem de aduelas com treli\u00e7as em trecho curvo.<\/p>\n\n\n\n<p>As resinas epox\u00edlicas t\u00eam resist\u00eancias \u00e0 compress\u00e3o superiores ao do concreto armado convencional, por\u00e9m s\u00e3o sens\u00edveis \u00e0 temperatura, tornando-se viscosas para temperaturas acima de 60\u00b0C.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda a resina ep\u00f3xi, cerca de 235 mil quilos, foi fabricada e aplicada pela empresa da \u00e9poca Cyba-Geigy e ensaiada pela equipe de supervis\u00e3o da obra, uma exig\u00eancia do projetista. Ela foi especificada para manter-se est\u00e1vel a temperaturas altas e ser compat\u00edvel com o concreto. A mistura considerada adequada foi a resina pulverizada com s\u00edlica, entregue pronta pela empresa fornecedora.<\/p>\n\n\n\n<p>As aduelas foram fabricadas em canteiro na Ilha do Fund\u00e3o, projetado em linha, com quatro pra\u00e7as:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pra\u00e7a de arma\u00e7\u00e3o: a arma\u00e7\u00e3o era totalmente montada em gabaritos de madeira;<\/li>\n\n\n\n<li>Pra\u00e7a de concretagem: dez conjuntos de formas met\u00e1licas dotados de mecanismos hidr\u00e1ulicos de montagem e desforma, sendo cada aduela concretada em contato com a aduela anterior;<\/li>\n\n\n\n<li>Pra\u00e7a de armazenamento: dois p\u00f3rticos rolantes Munck, com capacidade de 105 t, permitem arrumar as aduelas em dois andares;<\/li>\n\n\n\n<li>Pra\u00e7a de embarque: os p\u00f3rticos rolantes colocavam as aduelas sobre os flutuantes de concreto armado, rebocados para o local de montagem.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"648\" src=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_55-Microsoft-Lens-5-1024x648.jpeg\" alt=\"Aduela pr\u00e9-moldada\" class=\"wp-image-737\" srcset=\"https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_55-Microsoft-Lens-5-1024x648.jpeg 1024w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_55-Microsoft-Lens-5-300x190.jpeg 300w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_55-Microsoft-Lens-5-768x486.jpeg 768w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_55-Microsoft-Lens-5-1536x972.jpeg 1536w, https:\/\/site.ibracon.org.br\/Site_revista\/Concreto_Construcoes\/Concreto_blog\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/26-02-2024-14_55-Microsoft-Lens-5.jpeg 1956w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Aduela pr\u00e9-moldada, fabricada na Ilha do Fund\u00e3o, sendo i\u00e7ada<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um detalhe importante do projeto foi a especifica\u00e7\u00e3o do concreto e da cobertura das armaduras. Por estar num meio agressivo, com elevada temperatura, umidade e salinidade, os concretos das estruturas da ponte foram especificados para conter um alto teor de cimento, para manter sua alcalinidade e, assim, inibirem a corros\u00e3o das armaduras. O projetista estabeleceu tamb\u00e9m que a resist\u00eancia m\u00ednima fosse de 30 a 35 MPa, resist\u00eancia caracter\u00edstica \u00e0 compress\u00e3o dos elementos da superestrutura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Projeto estrutural no computador<\/h2>\n\n\n\n<p>Todo o projeto foi desenvolvido em computador, fato in\u00e9dito no Brasil. O computador usado foi um IBM 1130, que s\u00f3 existiam, na \u00e9poca, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Instituto Militar de Engenharia e na Embraer.<\/p>\n\n\n\n<p>Os projetistas da Noronha Engenharia, Antonio Noronha, Bernardo Golebiowski e Ernani Diaz desenvolveram os programas. Este \u00faltimo desenvolveu o programa de vigas cont\u00ednuas (Viga Reta de Ponte \u2013 VIRP), programado em linguagem Fortran, para determinar o diagrama final das cargas advindas do peso da ponte e da protens\u00e3o, quando a montagem estivesse finalizada. Al\u00e9m disso, o programa determinava tamb\u00e9m os esfor\u00e7os provocados por cargas m\u00f3veis sobre a ponte (trem-tipo rodovi\u00e1rio).<\/p>\n\n\n\n<p>Este programa foi especialmente desenvolvido para o projeto da Ponte Rio-Niter\u00f3i, servindo apenas para an\u00e1lise de pontes com vigas retas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ernani desenvolveu tamb\u00e9m o programa de Estruturas Prism\u00e1ticas Laminares, para a an\u00e1lise de estruturas sem transversinas, com base num artigo publicado nos anais da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Engenharia Estrutural para Pontes (IABSE), em 1968<\/p>\n\n\n\n<p>Com esses dois programas e mais o aux\u00edlio dos programas STRESS, do <em>Massachussets Institute of Technololy <\/em>(MIT), primeiro programa de an\u00e1lise do mundo, foi poss\u00edvel projetar a Rio-Niter\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<p>A loca\u00e7\u00e3o dos pilares no mar, os comprimentos das vigas pr\u00e9-moldadas e a loca\u00e7\u00e3o dos pilares nos acessos do Rio de Janeiro e Niter\u00f3i foi feita com o programa COGO, desenvolvido tamb\u00e9m pelo MIT, que estabelece coordenadas de localiza\u00e7\u00e3o dos elementos, como as estacas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto assistido por computador e solu\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas adotadas no pa\u00eds. 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