- CTA – Comitê Técnico de Atividades do IBRACON
- CT 101 – Comitê Técnico IBRACON/ABECE/ABCIC de Sustentabilidade do Concreto
- CT 201 – Comitê IBRACON de Reações Expansivas no Concreto
- CT 202 – Comitê IBRACON de Concreto Autoadensável
- CT 204 – CT 204 – Comitê IBRACON de Argamassa
- CT 205 – Nanomateriais para aplicação em concretos
- CT 301 – Comitê IBRACON/ABECE de Projeto de Estruturas de Concreto
- CT 302 – Comitê IBRACON de Estruturas de Pequeno Porte
- CT 303 – Comitê IBRACON/ABECE Uso de Materiais não convencionais para Estruturas de Concreto, Fibras e Concreto Reforçado com Fibras
- CT 304 – Comitê Técnico IBRACON/ABCIC de Pré-Fabricados de Concreto
- CT 305 – Comitê Técnico de Segurança das Estruturas de Concreto contra Incêndio
- CT 306 – Comitê IBRACON de Pavimentos de Concreto
- CT 307 – Comitê IBRACON de Projeto de Edifícios Altos em Concreto
- CT 401 – Comitê IBRACON de Ensaios de Concreto
- CT 402 – Comitê Técnico de Ensaios Não Destrutivos
- CT 501 – Comitê IBRACON/IBI Estanqueidade de Estruturas de Concreto
- CT-601 – Comitê IBRACON de Produção de Concreto
- CT 701 – Comitê IBRACON de Inspeção de Estruturas de Concreto
- CT 702 – Comitê IBRACON / ALCONPAT – Procedimentos para Ensaios de Avaliação da Durabilidade das Estruturas de Concreto
- CT 703 – Comitê IBRACON/ALCONPAT – Inspeção Estrutural Predial em Sistemas de Estruturas de Concreto e requisitos para o Inspetor
- CT 801 – Comitê IBRACON de Atividades Estudantis
- CT 802 – Comitê Técnico IBRACON/ALCONPAT de Manutenção e Reabilitação de Estruturas de Concreto
- CT 901 – Comitê IBRACON de Aplicações do Concreto para Obras de Saneamento Básico
- – CT-901 | SC1 – Sub-Comitê Técnico – Durabilidade do Concreto em Estações de Tratamento de Esgoto (ETE)
- – CT 901 | SC2 – Sub-Comitê Técnico – Inspeção em Edificações que compõem as Estações de Tratamento de Esgoto (ETE)
CT 101 - Comitê Técnico IBRACON/ABECE/ABICIC de Sustentabilidade do Concreto
MISSÃO
Contribuir para a sustentabilidade do planeta por meio de ações voltadas à adequação e à gestão do ciclo de concepção, projeto estrutural, especificação de materiais, construção e controle das estruturas de concreto, com a finalidade de minimizar a utilização de recursos naturais, o consumo de energia e de água potável, e a produção de resíduos e, principalmente, reduzir a emissão de gases de efeito estufa — GEE, do inglês Greenhouse Gases, tais como dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄) e óxido nitroso (N₂O) —, sem comprometer o desempenho, a durabilidade e a segurança das estruturas de concreto.
OBJETIVOS
- Elaborar documentos que contribuam para a ordenação, informação, disseminação do conhecimento e desenvolvimento técnico no âmbito da sustentabilidade do concreto estrutural.
- Agregar valor à normalização técnica nacional e internacional no setor de estruturas de concreto e áreas correlatas, por meio de exemplos técnicos, referências aplicáveis e banco de dados.
- Fortalecer a representação brasileira em trabalhos internacionais de normalização, especialmente no âmbito do ISO/TC71/SC8 – Environmental Management for Concrete Structures.
- Manter as atividades do CT 101 aderidas às iniciativas da fib, do ACI Committee 130, do GLOBE, do Concrete Sustainability Council – CSC, da Cement Sustainability Initiative – CSI, da Global Cement and Concrete Association – GCCA, e de outros grupos relacionados à sustentabilidade das estruturas de concreto.
ATIVIDADES
O CT 101 desenvolve suas atividades por meio de:
- reuniões presenciais e virtuais mensais;
- promoção de seminário anual;
- promoção de workshops, palestras, publicações, podcasts, vídeos e outros conteúdos técnicos;
- publicação de Práticas Recomendadas;
- manutenção de repositório central do CT 101, em formato de banco de dados, com diretrizes para os Grupos de Trabalho em formato padronizado.
O repositório central tem como finalidade organizar a memória técnica do Comitê, consolidar referências, apoiar os Grupos de Trabalho e permitir que o conhecimento produzido seja convertido em documentos, métodos, roteiros, exemplos e referências aplicáveis à comunidade técnica.
GRUPOS DE TRABALHO
GT 1 – Normas
Coordenação: Fernanda Belizário
Grupo voltado à interface com a normalização nacional e internacional, critérios de comparabilidade, práticas recomendadas e acompanhamento de entidades e iniciativas como ISO, fib, ACI, GLOBE, GCCA e CSC.
Escopo recomendado: Acompanhar normas, diretrizes e documentos técnicos nacionais e internacionais relacionados à sustentabilidade das estruturas de concreto, avaliação ambiental, carbono incorporado, ciclo de vida, declarações ambientais de produto e critérios de comparabilidade.
Produtos esperados: 1. Publicação da Prática Recomendada data: 2. Boletim de agenda internacional, matriz de normas e diretrizes, propostas de pauta normativa brasileira e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 2 – Projeto das Estruturas de Concreto
Coordenação: Ricardo Bento
Grupo voltado ao estudo de alternativas de projeto de estruturas de concreto, considerando parâmetros técnicos que influenciam consumo de materiais, desempenho estrutural, durabilidade e emissões de CO₂.
Escopo recomendado: Avaliar alternativas de projeto considerando taxa de armadura, resistência do concreto, idade de referência, módulo de elasticidade, espessura de cobrimento, mudança de geometria de pilares, lajes planas versus sistemas reticulados, tipologia estrutural e otimização topológica, visando reduzir emissões de CO₂, consumo de água e consumo de materiais, sem comprometer segurança, desempenho e durabilidade.
Produtos esperados: Publicações e exemplos sobre parâmetros de projeto com impacto ambiental, estudos comparativos padrão e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 3 – Materiais e Dosagem do Concreto
Coordenação: José Marques Filho
Grupo voltado ao estudo de alternativas de materiais e dosagem do concreto, considerando desempenho, durabilidade, controle tecnológico e redução de impactos ambientais.
Escopo recomendado: Avaliar aditivos, adições minerais, fílers, fibras, materiais reciclados, métodos de dosagem, módulo de elasticidade, tipos de cimento e demais componentes do concreto, visando reduzir emissões de CO₂, consumo de água e consumo de materiais, mantendo critérios de desempenho, vida útil, segurança e durabilidade.
Produtos esperados: Matriz materiais x desempenho x impacto ambiental, proposta de ensaios mínimos, nota técnica sobre cimento Portland com calcário/fíler calcário e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 4 – Execução de Estruturas de Concreto
Coordenação: David Fratel
Grupo voltado ao estudo de alternativas de execução de estruturas de concreto, considerando processos construtivos, perdas, retrabalho, consumo de energia, logística e controle de obra.
Escopo recomendado: Avaliar alternativas de execução considerando transporte por bombas, gruas, elevadores, giricas, concreto autoadensável, concreto adensável, mão de obra, materiais, fôrmas, escoramentos, cura, perdas, retrabalho e demais fatores que influenciam emissões de CO₂, consumo de água e consumo de materiais.
Produtos esperados: Indicadores de execução com baixo desperdício, checklist de perdas e rastreabilidade de obra, diretrizes de controle executivo e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 5 – Ciclo de Vida
Coordenação: Lucas Caldas
Grupo voltado à Avaliação do Ciclo de Vida aplicada aos materiais cimentícios, ao concreto e às estruturas de concreto, considerando fronteiras metodológicas, unidade funcional, dados, cenários, vida útil, comparabilidade e interpretação dos resultados.
Escopo recomendado: Estudar a avaliação do ciclo de vida como ferramenta para subsidiar estratégias de redução de emissões de CO₂, consumo de água e consumo de materiais, bem como avaliar possibilidades de fixação de CO₂ por recarbonatação, em interface com o GT 6. O GT deve apoiar a definição de critérios mínimos para unidade funcional, unidade declarada, fronteiras do sistema, módulos de ciclo de vida, qualidade de dados, EPD/DAP, incertezas, cenários de manutenção, vida útil e comparabilidade entre soluções.
Produtos esperados: Template padrão de estudo de ACV simplificada, diretriz de uso de EPD/DAP, matriz de comparabilidade, roteiro mínimo de rastreabilidade e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 6 – Recarbonatação
Coordenação: Edna Possan
Grupo voltado à determinação do potencial de fixação de CO₂ por recarbonatação de materiais à base de cimento, considerando o ciclo de vida e as condições físico-químicas do processo.
Escopo recomendado: Propor metodologias para quantificação do CO₂ fixado por recarbonatação, definindo critérios de fronteira, premissas, limitações, condições de exposição, parâmetros físico-químicos e forma adequada de integração com estudos de ciclo de vida, evitando dupla contagem.
Produtos esperados: Escopo de metodologia de recarbonatação, critérios de declaração, nota técnica sobre limites de aplicação e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 7 – Estruturas Pré-Moldadas
Coordenação: Íria Doniak
Grupo voltado ao estudo de alternativas operacionais relacionadas à fabricação, transporte, montagem, desempenho e sustentabilidade de estruturas pré-moldadas de concreto.
Escopo recomendado: Avaliar alternativas operacionais de fabricação de peças pré-fabricadas, considerando consumo energético, cura, refugo, transporte, montagem, reaproveitamento, manutenção, controle de qualidade, rastreabilidade e redução de emissões de CO₂, consumo de água e consumo de materiais.
Produtos esperados: Guia de boas práticas industriais, indicadores de refugo, energia e logística, diretrizes de rastreabilidade para pré-moldados e alimentação do repositório central do CT 101.
GT 8 – Concepção
Coordenação: Kátia Punhagui
Grupo voltado à concepção sustentável de estruturas de concreto, integrando, desde as decisões iniciais, critérios de desempenho, durabilidade, segurança, uso, manutenção, ciclo de vida e redução de impactos ambientais.
Escopo recomendado: Estudar como as decisões iniciais de concepção influenciam o consumo de materiais, a eficiência estrutural, a durabilidade, a manutenção, a vida útil e o desempenho ambiental das estruturas de concreto.
Produtos esperados: Diretriz de concepção sustentável, mapa de decisões iniciais com impacto no ciclo de vida e alimentação do repositório central do CT 101.
DIRETRIZES TÉCNICAS PARA 2026
Para o ciclo de trabalho de 2026, recomenda-se que o CT 101 priorize a conversão do conhecimento técnico acumulado em instrumentos práticos, mensuráveis, rastreáveis e verificáveis, capazes de apoiar a tomada de decisão da comunidade profissional.
Essa abordagem deve permitir que o Comitê avance da discussão conceitual para a produção de métodos, roteiros, templates, exemplos, notas técnicas e referências aplicáveis, sempre considerando que a sustentabilidade do concreto deve estar associada a desempenho, durabilidade, vida útil, segurança, rastreabilidade metodológica e comparabilidade técnica.
PLANO DE ATIVIDADE DO BIÊNIO
O plano de atividade do biênio contempla:
1. recuperar, construir e publicar um histórico das contribuições do CT 101 desde sua fundação;
2. resumir e publicar as atividades da ISO, fib, GLOBE, GCCA e ACI no âmbito da sustentabilidade do concreto;
3. reativar os Grupos de Trabalho do CT 101, com coordenações definidas, escopos claros, produtos técnicos e alimentação contínua do repositório central;
4. transformar o acervo técnico existente em documentos práticos, aplicáveis e verificáveis, com foco em quantificação de CO₂ incorporado, ciclo de vida, recarbonatação, durabilidade, materiais, projeto, execução, pré-moldados e concepção sustentável.
COMPOSIÇÃO
- Abram Belk
- Adriana Rivera
- Alex Neves
- Alio E. Kimura
- Alvaro
- Angel Ibañez
- Arlene Regnier de Lima Ferreira
- Anilé Ossorio Domínguez
- Austen Jose Salvador
- Bianca Marques Meo
- Carlos Britez
- Carlos José Massucato
- Cassia
- Claudio Oliveira Silva
- Claudio Sbrighi Neto
- Daniel Aleixo
- Daniel Costa Reis
- Danila Fabiane Ferraz
- Dayruth
- Diana Nascimento Lins
- Djanio Souza
- Ed
- Edna Possan
- Emerson Felipe
- Emilio M. Takagi
- Enio Pazini Figueiredo
- Fernanda Belizário Silva
- Fernando
- Fernando Pacheco
- Gonzalo Visedo
- Guilherme Covas
- Helena Szortika
- Holger Schmidt
- Hugo S. Armelin
- Íria L. O. Doniak
- Jairo Jose de Oliveira Andrade
- Jorge Batlouni
- Jorge Christofoli
- José Américo Alves Salvador Filho
- José Marques Filho
- José Vanderlei de Abreu
- Julio Timerman
- Kátia Punhagui
- Ligia Real
- Lucas Caldas
- Luiz Aurelio
- Luiz Carlos de Almeida
- ]Luiz Proto
- Manfredo Belohuby
- Marcelo Henriques
- Marcio Stefano
- Mariana Pestana de Carvalho
- Mariana Ribeiro
- Marina Magalhães Rodrigues
- Mario Sergio Guilge
- Matheus Azevedo
- Mauricio Bianchini
- Mauricio Silveira Martins
- Nelson Covas
- Nicole Hasparyk
- Patricia Bauer
- Paulo Helene
- Ricardo Alencar
- Ricardo Bento
- Ricardo Kerr
- Roberto Christ
- Roberto Curra
- Roberto Dakuzaku
- Rodrigo
- Rose Zamataro
- Salomon M. Levy
- Sandro Rogerio Silva
- Seiiti Suzuki
- Suely Bueno
- Vahan Agopyan
- Vanderley John
- Wagner Lopes
DATA DA PRÓXIMA REUNIÃO
A definir
PRÁTICAS RECOMENDADAS PUBLICADAS
-
BOLETIM TÉCNICO IBRACON/ABECE/ABCIC
Quantificação das emissões de CO² incorporadas em materiais cimentícios e estruturas de concreto